Porque este tema importa

Uma matriz RACI torna visíveis as interfaces que os organigramas escondem. Deve ser aplicada a atividades e decisões concretas, não apenas a títulos de função

O ponto de partida deve ser proporcional ao risco, à dimensão da equipa e à informação realmente necessária. A abordagem abaixo é um roteiro de trabalho, não uma garantia de conformidade nem uma substituição dos requisitos contratuais do projeto

Como aplicar na prática

1. R e A não são iguais

Quem executa a tarefa pode não ser quem responde pelo resultado; cada linha deve ter uma autoridade final inequívoca

2. C e I com critério

Consultar todas as pessoas abranda decisões; informar tarde demais cria retrabalho. Defina o momento e o canal

3. Ligar ao processo

A matriz deve acompanhar o fluxo, os entregáveis e o escalamento, com nomes ou funções reconhecidos pela equipa

Checklist para começar

  1. Listar atividades e decisões
  2. Atribuir R, A, C e I
  3. Resolver linhas sem autoridade ou com autoridade duplicada
  4. Validar em cenário real
Comece com um âmbito que a equipa consiga testar, observar e melhorar num projeto real

O que deve ficar decidido

No fim deste exercício, deve existir um resultado observável, um responsável, uma forma de verificar a execução e uma data para rever a regra. Se algum destes elementos faltar, a iniciativa ainda é uma intenção e não um processo controlado